Infiltrações guiadas por ultrassom
O ultrassom permite visualizar as estruturas durante o procedimento e orientar a aplicação com maior precisão. A indicação depende da avaliação clínica, do diagnóstico e das características de cada paciente.

Reumatologia • Tratamento da Dor
Uma avaliação cuidadosa para compreender o que está provocando a dor e definir um tratamento preciso, individualizado e orientado à recuperação da sua autonomia.
Artrose • Artrite • Tendinopatias • Dores lombares • Infiltrações guiadas por ultrassom • Ortobiológicos e PRP (medicina regenerativa)
Atendimento individualizado e indicação de procedimentos somente após avaliação médica.

Reumatologia com apoio do ultrassom
Quando a dor persiste
Dor no joelho, no ombro, na coluna ou nas mãos pode ter diferentes causas. Antes de pensar apenas em aliviar o sintoma, é necessário entender o que está acontecendo com a articulação, o tendão, o nervo ou as estruturas ao redor.
Uma investigação clínica detalhada permite escolher o tratamento mais adequado e evitar abordagens genéricas.
movimento
Condições acompanhadas
Cada conduta deve considerar o diagnóstico, a intensidade dos sintomas, a rotina do paciente e o nível de comprometimento funcional.
O ultrassom permite visualizar as estruturas durante o procedimento e orientar a aplicação com maior precisão. A indicação depende da avaliação clínica, do diagnóstico e das características de cada paciente.

A avaliação busca compreender o grau de comprometimento, a intensidade dos sintomas e o impacto da condição sobre os movimentos e a rotina.
Dores persistentes em tendões podem exigir uma análise cuidadosa da estrutura afetada, dos movimentos repetitivos e de possíveis fatores associados.
Nem toda dor lombar possui a mesma origem. O tratamento deve partir de uma avaliação individualizada e de uma hipótese diagnóstica bem definida.
A persistência da dor pode envolver diferentes mecanismos. Identificar esses fatores é parte fundamental da escolha terapêutica.
A reumatologia também acompanha condições inflamatórias e autoimunes que podem comprometer articulações, músculos e outros sistemas.
Doenças autoimunes reumatológicas, como artrite reumatoide e espondiloartrites, podem ter indicação de terapias imunobiológicas, com acompanhamento contínuo e conduta definida caso a caso.

Laser terapêutico (fotobiomodulação) — indicação avaliada caso a caso.
Tecnologia a serviço do diagnóstico
O ultrassom pode auxiliar na avaliação de articulações, tendões e outras estruturas, além de orientar determinados procedimentos em tempo real.
Visualização das estruturas durante o procedimento
Maior precisão na condução da aplicação
Planejamento individualizado conforme o diagnóstico
A utilização do ultrassom e a indicação de procedimentos dependem de avaliação médica.
Recursos terapêuticos
Dependendo do diagnóstico e dos objetivos terapêuticos, alguns pacientes podem ter indicação de infiltrações, tratamentos ortobiológicos (entre eles o PRP), terapias imunobiológicas para doenças autoimunes e recursos complementares como a fotobiomodulação.
Os benefícios, limites, riscos e indicações devem ser discutidos individualmente em consulta.

Consultório — Primavera do Leste, MT
O Dr. Flávio Delbem Chagas é médico reumatologista e conduz cada atendimento a partir de uma análise cuidadosa da história clínica, dos sintomas e das limitações enfrentadas pelo paciente.
Seu trabalho reúne raciocínio clínico, recursos de imagem e tratamentos individualizados, sempre com o objetivo de tomar decisões mais precisas e ajudar o paciente a preservar sua funcionalidade.
Extensão universitária em Ultrassonografia em Reumatologia pela FATESA (Ribeirão Preto) · Curso VIP de Ultrassonografia Musculoesquelética pelo Instituto Clínico Fisiogyn · Curso Descomplicando Ultrassom em Reumatologia · Extensão universitária em Infiltrações e Bloqueios Guiados por Ultrassom com foco em Medicina Regenerativa e Ortobiológicos (Salvador-BA) · Pós-graduando em Medicina Regenerativa e Procedimentos Guiados por Ultrassom pelo CERT (Campinas, SP)
Membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia · Titulado pela Sociedade Brasileira de Reumatologia
Flávio Delbem Chagas
Reumatologista — atuação no diagnóstico e tratamento das condições que provocam dor
Graduação em Medicina
Universidade Federal de Rondônia (2009)
Residência em Clínica Médica
Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre, RS) — RQE 29026
Residência em Reumatologia
PUC-RS (Porto Alegre, RS) — RQE 29027
Título de Especialista
Sociedade Brasileira de Reumatologia (2016)
CRM 10273 - MT
Registro profissional ativo
Como funciona o atendimento
Compreensão dos sintomas, histórico, limitações e objetivos do paciente.
Exame clínico e solicitação ou análise de exames quando necessários.
Discussão das possibilidades terapêuticas, benefícios, limites e alternativas.
Execução da conduta indicada e acompanhamento da evolução clínica.
Caminhar com mais segurança, voltar a realizar uma atividade, dormir melhor ou simplesmente enfrentar o dia com menos limitação. O tratamento começa entendendo o que a dor está impedindo você de fazer.
Dúvidas frequentes
Em geral, quanto antes a origem da dor é investigada, mais opções de conduta existem e menor tende a ser o impacto sobre a função e a rotina. Esperar a dor se tornar limitante costuma tornar o quadro mais complexo. Isso não significa garantia de resultado: cada caso é avaliado individualmente em consulta.
Não. Tendinopatias, bursites, condições inflamatórias, alterações posturais e outros fatores podem provocar sintomas semelhantes. Por isso a investigação clínica é o ponto de partida.
É a aplicação de medicação em uma estrutura específica com o acompanhamento da imagem em tempo real, o que auxilia a orientar o procedimento. A indicação depende do diagnóstico e da avaliação médica.
Não. Existem critérios clínicos, contraindicações e alternativas terapêuticas. A decisão é discutida em consulta, considerando riscos, benefícios e limites do procedimento.
Não necessariamente. Ele é um recurso complementar e, em determinadas situações, outros exames continuam sendo necessários. A escolha depende da hipótese diagnóstica.
Artrose, tendinopatias, dores lombares, dores articulares difusas, dores crônicas, neuropatias periféricas e doenças inflamatórias ou autoimunes, entre outras condições.
Se você já possui exames de imagem ou laboratoriais recentes, leve-os. Eles ajudam na análise, mas a consulta pode ocorrer normalmente mesmo sem exames prévios.
A conduta é definida após a avaliação clínica, considerando diagnóstico, intensidade dos sintomas, rotina e objetivos. Não há tratamento único aplicável a todos os pacientes.
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